quarta-feira, 30 de março de 2022

NOTA - ESCRIVAO DE POLICIA FEDERAL BALEADO DURANTE OPERAÇÃO POLICIAL


A Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Federal - ANEPF - entidade que representa os policias federais pertencentes ao cargo de Escrivão de Polícia Federal, informa que, na manhã de hoje, um Escrivão de Polícia Federal lotado na Delegacia de Polícia Federal em Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, foi baleado durante o cumprimento de Mandado de Busca e Apreensão

Segundo apurado até o momento, a ocorrência aconteceu durante a entrada da equipe na casa do investigado, onde o Policial Federal foi alvejado por dois disparos de arma de fogo, sendo que um deles teria transfixado o colete na região do ombro. 

O agressor foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Federal, onde foi autuado em flagrante. O Policial Federal, prontamente socorrido e encaminhado a unidade hospitalar, segue com quadro estável.

Por tais motivos – vistos de forma cristalina no dia de hoje – a ANEPF reforça o entendimento de que os cursos de formação profissional (CFP) e de aperfeiçoamento da carreira do Escrivão, policial federal, jamais devem sofrer qualquer tipo de diminuição da carga horária de disciplinas operacionais (armamento e tiro, abordagem, treino físico policial, defesa pessoal policial, dentre outras), haja vista os Escrivães de Polícia Federal também se sujeitarem às mesmas atividades e aos mesmos riscos que policiais federais de outros cargos durante as diligências de campo.

Além disso, a ANEPF reitera a importância e a necessidade de que o Teste de Aptidão Física (TAF), etapa obrigatória e eliminatória do concurso público para ingresso no cargo de Escrivão de Polícia Federal permaneça idêntico aos outros cargos da Carreira Policial Federal, eis que, conforme exposto, esse profissional sujeita-se aos mesmos esforços físicos que os outros policiais quando em atuação operacional. 

A aptidão física pressupõe, ainda, que o policial federal esteja em melhores condições de saúde para cumprir diligências de campo e enfrentar situações como a vivenciada pelo Escrivão de Polícia Federal no dia de hoje, nas quais um melhor condicionamento físico é imprescindível para reduzir as chances de óbito entre o desenlace da ocorrência e a chegada à unidade hospitalar, contribuindo, assim, para se preservar a vida do servidor público. 

Ademais, a manutenção dos policiais em boa condição física e higidez geral também contribui para diminuição de custos aos cofres públicos com licenças para tratamento de saúde, aposentadorias por invalidez ou até mesmo pensões por morte.

A ANEPF reforça, por fim, a necessidade de valorização de todos os Escrivães de Polícia Federal do Brasil e enaltece a atividade policial exercida por estes valorosos profissionais, os quais, além de exercerem funções de grande responsabilidade dentro das delegacias de polícia em todo o país, também arriscam suas vidas nas ruas diuturnamente - assim como todos os policiais federais - no combate ao crime e no zelo pelo fiel cumprimento das leis brasileiras.


Presidência e Diretoria ANEPF

(texto elaborado com a contribuição espontânea de um filiado do estado do Maranhão)

Brasília, 30 de março de 2022

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Três Escrivães de Polícia Federal são selecionados para atuação nos NEPOMs e GEPOMs da Polícia Federal em Santa Catarina


Segundo consta no  Boletim de Serviço nº 029, datado de 10/02/2022, da Polícia Federal, foi homologado e divulgado o resultado final do recrutamento com objetivo de selecionar servidores policiais federais para remoção com destino aos NEPOMs e GEPOMs do estado de Santa Catarina.

Dos dez policiais federais selecionados para compor estas equipes operacionais, três são Escrivães de Polícia Federal.

A ANEPF, representante legítima dos Escrivães de Polícia Federal (art. 1º do estatuto social da entidade), e que tem como principais obrigações estatutárias zelar pelos interesses de seus membros e defender suas reivindicações (art. 3º do estatuto social da entidade), teve que interceder, em meados de 2021, junto à Direção Geral da Polícia Federal, para inclusão dos Escrivães de Polícia Federal no edital de recrutamento (https://anepf.blogspot.com/2021/07/anepf-envia-oficio-ao-diretor-geral-da.html). 

E esta não foi a primeira vez que esta entidade teve que interceder junto à Direção-Geral da PF pela inclusão dos EPFs nos editais de recrutamento para grupos operacionais. Situação similar havia ocorrido também em 2020, na ocasião da seleção para o COT (https://anepf.blogspot.com/2020/04/anepf-envia-oficio-ao-diretor-geral-da.html).

A ANEPF parabeniza os policiais federais selecionados, em especial os três Escrivães de Polícia Federal, e deseja sucesso e realização em suas atividades.


Presidência e Diretoria-Executiva

Brasília, 10/02/2022

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

ANEPF encaminha ofício ao Diretor-Geral da Polícia Federal para reivindicar correção na grade curricular do curso de formação de Escrivães de Polícia Federal quanto a disciplinas operacionais



Na data de hoje, chegou ao conhecimento da Diretoria-Executiva da Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Federal (ANEPF) que a grade curricular do Curso de Formação de Escrivão de Polícia Federal programado para o corrente ano não contempla as disciplinas do eixo operacional: "Segurança de Dignitários" e "Vigilância".

Considerando que tais disciplinas são parte essencial da boa formação de um Policial Federal e que os Escrivães de Polícia Federal realizam estas atividades no seu cotidiano Brasil afora, inclusive, como chefes de setores operacionais e professores destas disciplinas, foi encaminhado ofício urgente ao Diretor-Geral da Polícia Federal solicitando os bons préstimos no sentido de corrigir tal discrepância, reinserindo tais disciplinas na grade curricular.

A ANEPF é representante legítima dos Escrivães de Polícia Federal (art. 1º do estatuto social da entidade), e tem como principais obrigações estatutárias zelar pelos interesses de seus membros e defender suas reivindicações (art. 3º do estatuto social da entidade).

Presidência e Diretoria-Executiva

Brasília, 03/02/2022

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

RESULTADO DAS ÚLTIMAS PESQUISAS DE CLIMA ANEPF (2018, 2019, 2020 E 2021)



A Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Federal (ANEPF) é a representante legítima dos Escrivães de Polícia Federal (art. 1º do estatuto social da entidade), e tem como principais obrigações estatutárias zelar pelos interesses de seus membros e defender suas reivindicações (art. 3º do estatuto social da entidade), além de ter como um de seus objetivos "apresentar, como órgão técnico e consultivo, estudos, propostas e soluções dos problemas relacionados à categoria".

Sendo assim, no cumprimento de sua missão institucional, a entidade, por meio de sua Presidência e Diretoria Executiva, vem realizando pesquisas junto à base da categoria, desde a sua data de fundação, a fim de diagnosticar problemas, analisar causas, e debater e propor soluções

O leitor perceberá que todas as pesquisas aqui comentadas apontam no sentido do profundo desejo da base da categoria por uma transformação do cargo de Escrivão de Polícia Federal, que encontra-se, de certa forma e em certo grau, subutilizado com relação à i) formação acadêmica e policial, ii) ao conhecimento e iii) ao potencial dos seus ocupantes, bem como obsoleto e ultrapassado face às novas tecnologias, à escassez de recursos públicos e às necessidades de um sistema de investigação mais moderno e eficiente.

Afinal, o cargo de Escrivão de Polícia Federal é um dos cinco cargos que compõem a carreira policial federal, e assim como os outros quatro, é um cargo de nível superior e de natureza policial. As transformações sociais, econômicas e tecnológicas ocorridas no mundo e no Brasil nas últimas 3 décadas (desde a Portaria nº 523/89-MPOG) obviamente apontam que um cargo policial que foi pensado para ser o especialista em arquivologia e o "formalizador de documentos" na máquina de escrever Olivetti com 3 vias de papel carbono (época em que não existia computador, e que esta proficiência era uma especialidade técnica no meio de trabalho) necessita de uma reengenharia, com urgência.


2018

Na pesquisa deste ano buscamos inicialmente compreender a opinião da base sobre o projeto de reestruturação da Direção Geral da Polícia Federal, que visava, em resumo, unificar os cargos de Agente e Escrivão da PF num novo cargo da carreira policial federal denominado Oficial de Polícia Federal (OPF), definir atribuições de nível superior em lei para este novo cargo, e repassar as atribuições administrativas e menos complexas dos dois cargos policiais para cargos administrativos e de nível médio. 

Ao final da pesquisa constatamos o resultado acachapante de que que 99% dos respondentes foram favoráveis à unificação dos cargos de Agente e Escrivão da Polícia Federal nestes moldes.

A pesquisa também fez um levantamento detalhado a respeito das atribuições e da rotina de trabalho específicas do cargo de Escrivão de Polícia Federal, classificando suas atividades em relação à complexidade e à natureza. Nesta parte da pesquisa, apuramos que 95% dos respondentes sentiam-se infelizes e subutilizados com o rol de atribuições do cargo de Escrivão de Polícia Federal, e isto se deve totalmente ao fato de que, apesar de haver funções complexas e de natureza policial, existem também rotinas de menor complexidade e de natureza administrativa (assim como parte das atividades cartoriais), que acabam por explicar essa enorme frustração. 

Sobre o parágrafo acima, destacamos ao leitor que o único normativo existente até hoje que versa sobre as atribuições dos cargos de Escrivão e também de Agente é uma portaria ministerial do ano de 1989, da época que os dois cargos eram ainda de nível médio, portanto trazendo até hoje, aos dois cargos, resquícios de atividades menos complexas desde aquela época, e que em 1996, a Lei 9.266 reorganizou as classes da carreira policial federal, exigindo para o ingresso aos cargos, o nível superior.

Também nesta pesquisa, foi constatado que 99% dos respondentes vislumbrariam e desejariam alguma transformação do cargo (ainda que não fosse especificamente a unificação dos dois cargos), com aumento na complexidade geral das atividades, em paralelo com a transferência das rotinas menos complexas de ambos os cargos para um outro cargo de nível médio, com reflexo no aumento do subsídio​ para os reais patamares de nível superior do Serviço Público Federal. 

O relatório completo e detalhado, inclusive com o estudo realizado e todas as classificações e análises do rol de atividades executadas pelos Escrivães de Polícia Federal, pode ser acessado por meio deste link: https://goo.gl/kYtRZk


2019

No ano de 2019 o foco da pesquisa foi avaliar o sentimento da base da categoria a respeito da proposta de lei orgânica da Polícia Federal, que foi transmitida do ex-diretor geral Rogério Galloro ao novo DG Mauricio Valeixo durante a transição de comando da instituição, bem como o parecer jurídico encomendado pela FENAPEF a respeito das possibilidades de unificação dos cargos de Agente, Escrivão e Papiloscopista da PF (http://fenapef.org.br/comunicado-no-005-2019-jur-fenapef/).

Ao final da pesquisa foi confirmada a tese da pesquisa do ano anterior, sendo que nesta oportunidade 92% foram favoráveis à transformação do cargo de Escrivão de Polícia Federal, com atribuições de nível superior e com foco na atividade-fim (investigação), repassando as atividades cartoriais para os agentes administrativos. O relatório completo da pesquisa pode ser acessado por meio deste link: https://bit.ly/2IsLak8


2020

Neste ano, foi realizada nova pesquisa de clima junto à base da categoria, que concluiu que 73% encontravam-se insatisfeitos ou muito insatisfeitos com relação ao rol total de atribuições e de atividades desempenhadas. 

Assim como já foi explicado com relação à pesquisa de 2018, importante frisar novamente que parte destas atribuições são consideradas complexas e de natureza policial, e outra parte considerada menos complexa e de natureza mais administrativa, sendo esta última parte a que gera maior insatisfação dos Escrivães de Polícia Federal.

A pesquisa também apontou que 92% achavam que o efetivo exercício no cargo de Escrivão de Polícia Federal não havia atendido as expectativas de quando tinham estudado, treinado e prestado o concurso público para a Polícia Federal, sendo que mais de 50% destes demonstraram estar decepcionados e infelizes, e os demais, apenas "conformados". 

Tal frustração, novamente, se deve ao fato de haver um misto de atividades complexa e de natureza policial com atividades menos complexas, consideradas pela maioria dos respondentes como sendo não condizentes com a natureza policial e exigência de nível superior para o cargo.

Sobre sua contribuição pessoal à instituição policial e à sociedade, 91% consideraram que, com o conhecimento técnico/acadêmico e a experiência pessoal/profissional que detinham, poderiam contribuir muito mais com a atividade investigativa da Polícia Federal.

Por fim, 89% foram totalmente a favor da unificação dos cargos de Escrivão de Polícia Federal e Agente de Polícia Federal, com a consequente contratação de servidores administrativos para o trabalho administrativo cartorário, confirmando, mais uma vez, a tese das pesquisas dos anos imediatamente anteriores.

Os dados divulgados da pesquisa de 2020 encontram-se disponíveis neste link: https://anepf.blogspot.com/2020/07/resultados-preliminares-enquete-12020.html


2021

Esta última pesquisa foi dividida em duas partes, sendo a primeira relacionada às cargas de trabalho a que são submetidos os Escrivães de Polícia Federal, sobretudo no contexto do novo sistema de polícia judiciária (ePol), e a segunda focada nas necessidades de transformação do cargo de Escrivão de Polícia Federal.


O EPOL E AS CARGAS DE TRABALHO ATUAIS

A pesquisa identificou que apesar de o sistema ePol ter trazido algumas mudanças positivas, há ainda grande quantidade de pontos a serem corrigidos e melhorados. Foram identificados pelos respondentes centenas de pontos de melhoria, que serão compilados e encaminhados à administração da PF quando o relatório completo for finalizado.

Infelizmente, o que se constatou foi que, nesta mudança de sistemas (SISCART > ePol), foram mantidos os antigos métodos e procedimentos, que poderiam ter sido repensados e redesenhados com vistas a eliminar o gargalo concentrado na função cartorial do Escrivão de Polícia Federal, sendo assim identificamos que 93% acham que o sistema (ePol) deveria permitir (e exigir) o acesso/uso "horizontal" por todos os cargos da carreira policial federal.

Esta primeira parte da pesquisa apontou também que, independentemente de uma possível transformação do cargo de Escrivão de Polícia Federal, ou de uma possível unificação de cargos (EPF/APF), que pode demorar para se concretizar (ou talvez nunca acontecer), as cargas de trabalho encontram-se excessivamente altas para os Escrivães de Polícia Federal, de maneira que 96% acham que a administração deveria disponibilizar, proporcionalmente, mais vagas para o cargo nos próximos concursos para a Polícia Federal. Obs.: numa simulação feita no final do ano de 2020, a ANEPF identificou que, mesmo tendo um número total pequeno de cargos criados em lei, o cargo de Escrivão de Polícia Federal é o cargo da carreira policial federal com maior percentual de cargos vagos.


TRANSFORMAÇÃO DO CARGO DE ESCRIVÃO DE POLÍCIA FEDERAL

Tendo em vista a incerteza quanto a uma futura unificação dos cargos EPF/APF, combinada com a urgente necessidade de transformação do cargo de Escrivão de Polícia Federal, 92% desejam que a ANEPF continue focando sua estratégia e seus esforços na valorização do trabalho exercido pelo Escrivão de Polícia Federal, sobretudo na atualização de nomenclatura do cargo para Oficial de Polícia Federal (OPF). Obs.: este recente movimento em prol da mudança de nomenclatura do cargo tomou corpo no final de 2020, quando foram entregues ofícios a todos os superintendentes regionais e à Direção Geral em Brasília com quase 700 assinaturas pedindo a mudança (https://anepf.blogspot.com/2021/01/quase-setecentos-escrivaes-de-policia.html).

Nesta esteira, vale citar ainda que 96% acham imperioso e urgente a revisão do descritivo das atividades atribuídas ao cargo nos editais dos próximos concursos públicos da PF, com foco na manutenção das atividades de natureza policial de nível superior. Obs.: os editais de concurso público para provimento para as vagas de Escrivão de Polícia Federal e de Agente de Polícia Federal apresentam descritivo de vagas muito distinto entre si, e aparentemente são baseados em normativos antigos, como a Portaria nº 523/89-MPOG, que está há mais de 3 décadas desatualizada, com atribuições da época em que os cargos eram de nível médio. Ainda assim, o curso de formação policial dos dois cargos têm carga horária de disciplinas policiais/operacionais praticamente idêntica.

Considerando ser o Escrivão de Polícia Federal um cargo de natureza policial, e que compõe a carreira policial federal, 97% são a totalmente favor da manutenção da etapa do teste de aptidão física (TAF) e 74% são totalmente a favor da eliminação da etapa de teste de digitação nos concursos públicos para provimento no cargo, o que já se provou ser algo desnecessário nos tempos atuais. 

Por fim, apuramos que 91% concordaram totalmente com a criação em lei de novos cargos de agente administrativo cartorário para que executem especificamente as atividades estritamente cartoriais/administrativas internas do cargo de Escrivão de Polícia Federal.


AÇÕES JÁ ADOTADAS E AÇÕES FUTURAS

A Diretoria Executiva da ANEPF realizou inúmeras reuniões com a administração da PF em Brasília, incluindo os  Diretores Gerais e Diretores de Gestão de Pessoal dos últimos anos, porém, sem ainda que as demandas da categoria tivessem sido avaliadas adequadamente, já que não observamos nenhum movimento no sentido de haver mudanças efetivas.

Em todas estas oportunidades foram também apresentados os fatos e dados que corroboram os problemas apresentados pela Diretoria Executiva (bem como as soluções propostas para resolver estas questões), por meio dos relatórios detalhados de pesquisas, que foram encaminhados formalmente através de ofícios protocolados no sistema SEI. 

A ANEPF continuará atenta e vigilante, em constante melhoria de sua estrutura para cumprimento de sua missão institucional, reconhecendo e valorizando o trabalho dos Escrivães de Polícia Federal junto à instituição policial e à sociedade.


Presidência e Diretoria Executiva

Brasília, 28/01/2022

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Como realizar sua contribuição anual à ANEPF

Srs(as) Escrivães de Polícia Federal,

Convidamos e convocamos todos os colegas para que participem ativamente e contribuam com a ANEPF. A participação de todos é importantíssima para que possamos nos manter vigilantes na busca pelos interesses da categoria, valorizando nosso cargo e melhorando as condições do nosso trabalho policial, essencial à Polícia Federal e à sociedade.

Atendendo então a solicitações de colegas que não possuem cartão de crédito, e portanto não têm como realizar a contribuição mensal via PagSeguro/UOL, implementada em Outubro de 2020 (ref: https://anepf.blogspot.com/2020/10/automatizacao-da-contribuicao-do.html), a Diretoria Executiva se reuniu e resolveu disponibilizar uma via alternativa.

Sendo assim, desde Maio de 2020 (ref: https://anepf.blogspot.com/2021/05/anepf-divulga-modalidade-de-pagamento.html) os colegas que desejarem continuar contribuindo pela modalidade de transferência bancária deverão realizar uma única transferência anual no valor de 12 mensalidades, perfazendo o total de R$ 240,00 (duzentos e quarenta reais).

A contribuição anual deverá ser feita sempre, necessariamente, no mês de JANEIRO de cada ano, e o comprovante deverá ser encaminhado por e-mail ao endereço anepf.comunicacao@gmail.com, informando também NOME COMPLETO e CPF, para que seja realizada a identificação do filiado contribuinte.

Caso deseje realizar a transferência através do sistema PIX, utilize a chave 17.040.150.0001-21 (CNPJ da ANEPF).

Seguem abaixo os dados bancários da ANEPF:

- Banco: Caixa Econômica Federal

- Agência: 0647

- Conta corrente: 1337-7

- Operação: 003

- CNPJ: 17.040.150/0001-21

ATENÇÃO: alguns colegas questionaram sobre a possibilidade de programarem uma transferência mensal automática no valor de R$ 20,00, via PIX, mas infelizmente esta modalidade inviabilizaria o controle financeiro, já que o extrato bancário de nossa conta corrente na CEF não identifica o depositante. Sendo assim, a única forma viável de realizar a contribuição identificada seria mesmo a realização de uma transferência anual, com o envio do comprovante por e-mail. Contamos com a compreensão de todos.

Presidência e Diretoria Executiva

Brasília, 10/01/2022

(atualizado em 21/01/2022)

sábado, 13 de novembro de 2021

NOTA OFICIAL ANEPF - 13/11/2021


NOTA OFICIAL ANEPF - BRASÍLIA, 13/11/2021

Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Federal (ANEPF)representante legítima dos Escrivães de Polícia Federal (art. 1º do estatuto social da entidade), tendo como principais obrigações estatutárias zelar pelos interesses de seus membros e defender suas reivindicações (art. 3º do estatuto social da entidade), vem através desta nota esclarecer o que segue.

A Diretoria Executiva da Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Federal (ANEPF) entende que esta entidade não tem legitimidade para emitir opinião, posicionamento ou se imiscuir em pleitos eleitorais de outras entidades associativas ou sindicais, quaisquer que sejam elas.

Já os membros de sua Diretoria Executiva e de seu Conselho, eleitos democraticamente no âmbito desta entidade, têm pleno direito de manifestarem suas opiniões pessoais e políticas, inclusive com relação aos pleitos eleitorais de outras entidades, desde que claramente estejam expondo suas opiniões pessoais e estejam prestando informações verdadeiras.

Ainda assim, tais premissas não constituem impeditivos para que a Diretoria Executiva da ANEPF, em nome da entidade e na persecução estrita dos objetivos coletivos da classe que representa, defenda e fomente a ideia de que os Escrivães de Polícia Federal busquem participar ativamente das Diretorias Executivas das associações e sindicatos da Polícia Federal em todas as unidades federativas, bem como na Federação Nacional dos Policiais Federais (FENAPEF), a fim de que a classe esteja cada vez mais bem representada junto à administração e à sociedade.

Por fim, informamos que a representação da ANEPF junto a qualquer outra entidade externa da qual seja parceira ou faça parte, como é o caso da UPB (União dos Policiais do Brasil), é operada oficialmente pelo seu Presidente, Flavio Werneck, ou, na sua falta, pelo Vice-Presidente Marcelo Varela ou outro membro formalmente designado para tal fim, conforme o caso, pela Diretoria Executiva (ato esse inexistente para fins de representação da associação perante a UPB atualmente).


Presidência e Diretoria Executiva ANEPF

Brasília, 13/11/2021

domingo, 3 de outubro de 2021

VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA "PROJETO OPF"? SAIBA DE TUDO AQUI! (atualizado em fev/2022)


O "Projeto do Oficial de Polícia Federal – Projeto OPF" foi uma proposta de lei apresentada inicialmente no ano de 2009 que tratava sobre a organização e o funcionamento da Polícia Federal.

Na prática, o projeto foi uma proposta de Lei Orgânica para a Polícia Federal, cuja finalidade foi a de dotar o organismo policial federal brasileiro de uma estrutura mais democrática, mais moderna e mais eficaz, aspiração acalentada há décadas, especialmente, pelos policiais federais.

O Projeto OPF visava a valorização das atribuições dos cargos da carreira policial federal e a institucionalização das atribuições da instituição, constantemente usurpadas por outros órgãos policiais.

Ao longo do tempo, desde sua concepção, o Projeto OPF havia sido aprovado em duas edições do Congresso Nacional dos Policiais Federais – CONAPEF, mas acabou não sendo levado adiante pela administração pública.

Anexamos abaixo alguns arquivos para sua leitura e conhecimento. Ressaltamos que a documentação anexa ainda não se tratava do Projeto concluído, que deveria envolver várias outras legislações e normas regulamentadoras. Mas, com certeza o conteúdo aqui disponibilizado será de grande valia para Você ficar mais informado.

RELATÓRIO FINAL - PROJETO OPFhttps://drive.google.com/file/d/1O0imllRh0UgkqV8nVwD2ZZ2e-Iwrbu3-/view?usp=sharing

PARECER JURÍDICO - PROJETO OPF: https://drive.google.com/file/d/1TcAwKQXNz_lzqlJJ486lvazYk54og1N7/view?usp=sharing

MEMORIAL DA PROPOSTA DE SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº. 6493/2009 (Que dispõe sobre a organização e funcionamento da Polícia Federal (apresentado pela Federação Nacional dos Policiais Federais – FENAPEF)https://drive.google.com/file/d/1LUvQVUvc_jwFG6Kl_HdFjTmuQW7xbevL/view?usp=sharing

MINUTA - PROJETO DE LEI - Dispõe sobre a organização e o funcionamento da Polícia Federalhttps://drive.google.com/file/d/1RpLf69qQbK1dhv08OfWWXab5lPtDMtp2/view?usp=sharing

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O PROJETO OPFhttps://drive.google.com/file/d/162gGE4XZV4y7RKAFuDzKNyeHRWDOxbRC/view?usp=sharing


Fontes das informações constantes desta postagem



ANEPF

Brasília, 03 de Outubro de 2021

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

ANEPF solicita ao Superintendente da PF em São Paulo treinamento específico de ePol e PJe aos Escrivães de Polícia Federal da grande São Paulo


A Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Federal (ANEPF), representante legítima dos Escrivães de Polícia Federal (art. 1º do estatuto social da entidade), tendo como principais obrigações estatutárias zelar pelos interesses de seus membros e defender suas reivindicações (art. 3º do estatuto social da entidade), protocolou na data de hoje o Ofício nº 0020/2021-ANEPF ao Superintendente Regional da Polícia Federal em São Paulo, solicitando a realização de treinamento específico dos sistemas ePol e PJe, para todos os Escrivães de Polícia Federal lotados nas delegacias de Polícia Administrativa e demais unidades e setores da superintendência em São Paulo.

A necessidade surgiu no início do mês de setembro do presente ano, quando por decisão do Superintendente todos os Escrivães de Polícia Federal lotados na SR/PF/SP passaram a compor a escala de sobreaviso do serviço de plantão da DELDIA, que é uma delegacia de polícia judiciária que formaliza autos de prisão em flagrante da circunscrição da SR/PF/SP.

A demanda foi encaminhada com urgência pela ANEPF logo depois de inúmeros Escrivães de Polícia Federal terem procurado a entidade alegando não terem tido nenhum treinamento específico de ePol ou de PJe até hoje.

São Paulo, 23/09/2021.

domingo, 5 de setembro de 2021

A HISTÓRIA DA ANEPF


A ANEPF surgiu do anseio da maioria dos Escrivães de Polícia Federal espalhados pelos vários Estados da Federação inicialmente, à época, através do grupo webmail Fórum EPF criado exclusivamente para o debate de assuntos inerentes à categoria.

Após votação e concordância entre a maioria dos participantes ficou decidido unanimemente que seria criada e fundada a Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Federal – ANEPF a nível nacional.

Diante desta decisão, foi colocada em prática pelo EPF Jivago Fernandes da Silva a criação da ANEPF, com a convocação de todos os Escrivães de Polícia Federal então lotados na SR/PF/SE, para uma reunião no auditório da unidade, a fim de se instalar a reunião de fundação da mesma, através da respectiva ATA DE FUNDAÇÃO, a qual ocorreu na data de 09.05.2012

Logo após, o EPF Jivago procedeu ao registro da entidade nos órgãos competentes, qual seja, cartório de registro civil, bem como a criação do respectivo registro CNPJ junto à Receita Federal (CNPJ nº 17040150000121 de 10.09.2012), e este tomou posse como o primeiro Presidente da história da ANEPF.

Após cerca de 1 ano após a criação da ANEPF, graças ao trabalho incansável e incessante de vários colegas de diversas lotações, notadamente lotados na SR/GO, SR/DF e DPF/ANS/GO, além da SR/PF/SE, houve a necessidade de avaliação da transferência da presidência da mesma para colegas lotados na lotação de Brasília/DF, visto que a maioria das reuniões e negociações ali se realizavam, sendo portanto, aberta eleição direta para eleição de uma nova presidência e novas diretorias.

Sendo assim, o EPF Ricardo Wisnievski foi eleito como segundo Presidente da ANEPF, na gestão do ano de 2013 ao ano de 2016. O terceiro Presidente eleito da ANEPF foi o EPF Vicente Delgado, também residente em Brasília, que por questões particulares não pôde permanecer no mandato, e foi substituído pelo Vice-Presidente EPF Ednir dos Santos Nascimento, residente no Rio de Janeiro, que assumiu como quarto Presidente da ANEPF. Findo o mandato, foram realizadas novas eleições, em que o EPF Flavio Werneck Meneguelli, de Brasília, foi eleito o quinto Presidente da ANEPF para a gestão de 2019 até 2022.

Portanto, esta é a estória da criação da ANEPF, que hoje tem seu espaço reconhecido pelo gestão central do órgão, pela FENAPEF e bem como pelos demais sindicatos e associações de classes da PF e possui cadeira presente na maioria das reuniões e encontros classistas de defesa dos interesses do cargo de Escrivão de Polícia Federal.


Texto escrito por:

Jivago Fernandes da Silva

EPF Mat 6112 Classe Especial

1º Presidente e Fundador da ANEPF Nacional

SINDICATO DOS ESCRIVÃES DE POLÍCIA CIVIL DE MG REALIZA ASSEMBLEIA E APROVA POR UNANIMIDADE A PROPOSTA DE UNIFICAÇÃO DE CARGOS (PLC 65/2021 MG)


O Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de Minas Gerais (SINDEP/MG) realizou, no último dia 02/09/2021, uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE), ocasião em que foi aprovada, por unanimidade, a proposta de UNIFICAÇÃO DOS CARGOS de Escrivão e Investigador num novo cargo denominado INSPETOR DE POLÍCIA, através do instituto da transformação de cargos.

Segundo a COBRAPOL, que também participou do evento do SINDEP/MG, a unificação de cargos é uma tendência nacional, já que a medida pode trazer de celeridade nos processos de investigação policial. 

A pretendida unificação está em conformidade com o disposto na proposta de Lei Orgânica Nacional da Polícia Civil que a COBRAPOL apresentou ao governo federal e ao Congresso Nacional e que está em discussão com a representação dos delegados de polícia para posterior encaminhamento ao Ministério da Justiça que, por sua vez, deverá enviar projeto para deliberação do legislativo. 

Outro ponto essencial do projeto PLC 65/2021 MG é que foram colocadas no texto as garantias de manutenção dos direitos aos aposentados, que serão contemplados pela transformação dos cargos, sem perda de paridade com os colegas da ativa.

A ANEPF tem acompanhado de perto os debates que vêm ocorrendo nos últimos anos nas polícias civis, mantendo contato com as associações e sindicatos locais, bem como as entidades de classe nacionais. Além da proposta de LONPC, que é geral, já ocorreram projetos-piloto no estado do Ceará (Projeto OPJ) e em Sergipe (Projeto OPC), ambos com resultados extremamente positivos. 

Com relação ao tema, existem propostas de unificação de cargos também na Polícia Federal, pelo menos desde o ano de 2009, mas que por motivos diversos não foram adiante. 

A ANEPF apoia e fomenta a unificação dos cargos na Polícia Federal, para que os Policiais Federais possam atuar cada vez mais em funções que estejam de acordo com suas verdadeiras vocações, e para que a instituição possa funcionar de maneira cada vez mais eficiente e eficaz. 

#OPFsim 

Fonte: https://www.facebook.com/cobrapolbr/posts/4249923001723312


ANEPF

Diretoria-Executiva 

Brasília, 05/09/2021