Hoje, 09 de maio de 2026, a Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Federal — ANEPF — completa mais um ano de história.
Uma história que começou com mobilização, coragem institucional e senso de pertencimento. Uma história construída por Escrivães de Polícia Federal que compreenderam, ainda em 2012, que o cargo precisava de voz própria, memória própria e representação nacional organizada.
Neste dia, a ANEPF presta sua homenagem aos colegas de Aracaju/SE que se reuniram para a fundação da entidade e tornaram possível o nascimento formal da nossa Associação.
Também registra seu reconhecimento especial ao EPF Jivago Fernandes da Silva, fundador, veterano atualmente aposentado e primeiro Presidente da ANEPF, que conduziu a formalização inicial da entidade e teve papel decisivo na construção desse marco histórico.
Esta história pertence não só aos fundadores, mas também a todos os colegas que, ao longo dos anos, se mobilizaram pela valorização do Escrivão de Polícia Federal: nas manifestações, nos atos formais, nas reuniões, nas pesquisas, nas enquetes, nas assinaturas coletivas, nos diálogos com a Administração da Polícia Federal e em tantas outras iniciativas em defesa da modernização do cargo.
Cada contribuição contou. Cada participação fortaleceu a entidade. Cada gesto de união ajudou a manter viva a presença institucional dos Escrivães de Polícia Federal no debate sobre o presente e o futuro da Polícia Federal.
A ANEPF chega a mais um aniversário honrando sua origem, reconhecendo todos que fizeram parte dessa caminhada e reafirmando seu compromisso permanente com a valorização, a dignidade, a modernização e o reconhecimento institucional do cargo de Escrivão de Polícia Federal.
Conheça a história da ANEPF desde sua fundação até a atualidade
A Associação Nacional dos Escrivães de Polícia Federal — ANEPF — nasceu de um movimento espontâneo e coletivo de Escrivães de Polícia Federal espalhados por diversos Estados da Federação, articulado inicialmente por meio do grupo de webmail “Fórum EPF”, espaço criado para o debate de temas específicos do cargo e das demandas institucionais da categoria.
A partir dessas discussões, amadureceu a percepção de que os Escrivães de Polícia Federal precisavam de uma entidade nacional própria, capaz de dar voz às suas pautas específicas, defender a valorização do cargo, promover a união da categoria e atuar de forma organizada nos debates classistas e institucionais da Polícia Federal.
A fundação formal da ANEPF ocorreu em 09 de maio de 2012, em Aracaju/SE, por meio de assembleia realizada com Escrivães de Polícia Federal então lotados na Superintendência Regional da Polícia Federal em Sergipe. Na ocasião, foi lavrada a ata de fundação da entidade, marco histórico que deve ser reconhecido como a data de nascimento institucional da ANEPF.
A formalização inicial da associação foi conduzida pelo EPF Jivago Fernandes da Silva, veterano atualmente aposentado, que providenciou os registros necessários perante os órgãos competentes e se tornou o primeiro Presidente da história da ANEPF. O registro cadastral perante a Receita Federal ocorreu em 10 de setembro de 2012, com a inscrição no CNPJ nº 17.040.150/0001-21.
Embora fundada em Aracaju/SE, a ANEPF passou, ainda em seu período inicial de organização, a se vincular institucionalmente a Brasília/DF, centro natural das articulações nacionais da categoria e da interlocução com a Direção Geral da Polícia Federal, com a FENAPEF, com sindicatos e com demais entidades representativas. A documentação atualmente disponível indica que, ainda em 2012, houve alteração estatutária registrada em cartório, já com referência à estruturação da entidade com sede e foro em Brasília/DF.
A primeira presidência coube a Jivago Fernandes da Silva, fundador e responsável pela formalização inicial da entidade, que permaneceu no ciclo 2012-2013. Em seguida, com o crescimento da ANEPF e a intensificação das demandas nacionais da categoria, foi eleita nova diretoria, tendo Ricardo Wisnievski como Presidente na gestão 2013–2016.
Na sequência, Vicente Delgado foi eleito Presidente em 2016, mas, por razões particulares, não pôde permanecer no exercício do mandato, sendo substituído pelo Vice-Presidente Ednir dos Santos Nascimento, que assumiu a condução da entidade até o término daquele ciclo 2016-2019. Nesse período tivemos inúmeras batalhas em Brasília, sendo a mais desafiadora delas composta pelas negociações da minuta da Lei Orgânica da Polícia Federal (LOPF) junto com as demais entidades de classe.
Posteriormente, Flávio Werneck Meneguelli foi eleito Presidente da ANEPF para a gestão 2019–2022 e permaneceu à frente da entidade também no ciclo seguinte 2022–2025, período em que a associação manteve a forte atuação nacional em defesa da valorização, do reconhecimento institucional e da modernização do cargo de Escrivão de Polícia Federal.
Em 2025, a ANEPF realizou novo processo eleitoral para a gestão 2025–2028. A nova diretoria tomou posse em 1º de julho de 2025, tendo Marcelo Varela como Presidente e Flávio Werneck Meneguelli como Vice-Presidente, inaugurando uma nova etapa na trajetória institucional da entidade.
Ao longo de sua história, a ANEPF consolidou-se como entidade nacional representativa dos Escrivães de Polícia Federal, com atuação voltada à valorização profissional, à defesa da natureza policial do cargo, ao combate a visões reducionistas ou discriminatórias, à modernização institucional do EPF e ao fortalecimento da própria Polícia Federal como instituição de Estado.
A história da ANEPF, portanto, representa a organização coletiva de uma categoria que decidiu construir voz própria, preservar sua memória, defender sua dignidade profissional e participar ativamente dos debates sobre o presente e o futuro da Polícia Federal.
Nota: texto atualizado com base em publicações anteriores da ANEPF (2021 e 2025), documentos cadastrais, registros estatutários disponíveis e informações institucionais posteriores à publicação original.
Brasília, 09/05/2026.
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